Maio 22, 2008


Os pesquisadores afirmaram que mesmo estando privado de sono, o cérebro pode operar normalmente por certo tempo, mas, em seguida, responde lentamente diante de estímulos que requerem atenção e interpretações visuais.
Segundo os especialistas, quando privado de sono, o cérebro pode processar processos visuais simples, como enxergar painéis luminosos.
No entanto, as “áreas visuais maiores” do órgão – responsáveis por dar sentido ao que vemos – não funcionam muito bem.
Para testar a teoria, os especialistas usaram uma técnica de ressonância magnética que mediu o fluxo sangüíneo cerebral de um grupo de voluntários. Essa medida serviu como um termômetro da atividade cerebral.
Parte dos participantes teve boa noite de sono enquanto a outra passou a noite em claro. Eles tinham de identificar letras maiúsculas e minúsculas que piscavam em um painel.
Os pesquisadores observaram que voluntários de ambos os grupos viam as letras, mas os que estavam sem dormir tiveram mais dificuldades de identificar as diferenças de tamanho.
“A maior descoberta é que o cérebro de um indivíduo privado de sono pode trabalhar normalmente, mas algumas vezes sofre de algo parecido com um apagão”, disse Clifford Saper, da Universidade de Harvard.
leia a matéria completa aqui
Extraído de: BBC Brasil, 21 de maio, 2008
Fonte: Journal of Neuroscience
Pesquisadores: Duke University e Universidade Nacional de Cingapura
Deixar um comentário » |
Sono |
Link Permanente
Escrito por Marcelo Côrtes
Fevereiro 19, 2008


O estudo sugere que a privação de sono pode levar o cérebro a parar de produzir novas células.
Experiências em ratos de laboratório inciaram que a falta de sono afeta o hipocampo – uma região do cérebro envolvida na formação de memórias.
Foram feitos exames comparando animais impedidos de dormir por 72 horas a outros, que repousaram, e constatou-se que o primeiro grupo apresentava níveis mais altos do hormônio do estresse, corticosterona.
Ele também produziu um número significativamente menor de células no cérebro, neurônios, na região do hipocampo. Quando os níveis de corticosterona foram mantidos em níveis constantes, a redução não ocorreu.
O padrão de sono foi restaurado em uma semana, mas os níveis de produção de células nervosas só foram restaurados em duas semanas, e o cérebro parecia fazer um esforço para compensar a escassez.
Concentração e Aprendizado
Embora o papel da produção de neurônios em adultos continue desconhecido, a inibição da produção pode explicar algumas deficiências de aprendizado associadas à privação prolongada de sono.
As conclusões do estudo não podem ser aplicadas diretamente em seres humanos porque as pessoas só ficam sem dormir por 72 horas em circunstâncias extremas. Mas seria interessante observar se a privação de sono por um período mais breve, ao invés de falta total de sono, teria as mesmas conseqüências.
o artigo completo aqui
Extraído de: BBC Brasil, 10 de fevereiro, 2007
Fonte: Proceedings of the National Academy of Science
Pesquisadores: Universidade de Princeton
Deixar um comentário » |
Sono |
Link Permanente
Escrito por Marcelo Côrtes
Fevereiro 18, 2008


Pesquisadores do Exército americano descobriram que soldados tinham dificuldade de tomar decisões repentinas em situações emocionalmente extremas depois de terem ficado sem dormir por duas noites.
Os autores da pesquisa afirmam que isto pode ser importante para outras profissões, incluindo médicos, que não têm um padrão regular de sono e precisam tomar decisões rápidas em situações de crise.
leia o artigo completo aqui
Extraído de: BBC Brasil, 15 de março, 2007
Fonte: Revista Sleep
Pesquisadores: Exército Americano
Deixar um comentário » |
Sono |
Link Permanente
Escrito por Marcelo Côrtes